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Inovar para transformar

Acredito que antes de querer inovar no ambiente de seleção de profissionais é preciso estabelecer algumas premissas e uma das mais estruturais […]

Por Marcelo Ponzoni 29/04/2014
Por Marcelo Ponzoni 29/04/2014

Acredito que antes de querer inovar no ambiente de seleção de profissionais é preciso estabelecer algumas premissas e uma das mais estruturais entendo ser a de gostar de pessoas. Sendo assim, quando ouvimos que para fazer bem feito aquilo que nos propusemos nesta vida, necessariamente precisamos amar o que fazemos, neste caso, precisamos amar as pessoas para valer.

É muito notório percebermos a diferença em ser tratado por quem nos ama e por quem precisa conviver conosco. Trata-se de pré-disposição ao sentimento altruísta.

Colocar de maneira simples o assunto de “ter olhar clínico para selecionar talentos” acredito ser palavras jogadas ao vento. Interpretar com segurança um talento no momento de seleção pode ser uma colocação prematura, pois somente com o tempo poderemos ter certezas e equivalência, isto pelo motivo de adequação de cultura, velocidades, identificações técnicas e comportamentais. Acredito, sim, numa intuição baseada em experiência e na crença do poder de desenvolvimento da empresa, representada por profissionais com perfil de professores, onde a cultura desenvolve substitutos.

Hoje existem muitas ferramentas auxiliares nos mais diversos campos de seleção de recursos. Sejam eles comportamentais, psicológicos, técnicos, entre outros, mas sempre haverá a necessidade da sensibilidade do entrevistador, suas habilidades, intuições e percepções.

Por não ter formação em RH, sempre procurei me aventurar nesta área de maneira curiosa e experimental. Costumo mudar de tempos em tempos o modelo de abordagem, estilos de conduta pós-contratação, ferramentas e treinamentos para sempre manter uma cultura de inovação e transformação. Acredito que a cada ano venho conseguindo melhores resultados na seleção de profissionais/talentos. Tentar sempre foi o meu lema. Tentar, testar, avaliar, rever e assim fazer tudo novamente de maneira diferente.

É uma postura de assumir riscos, pois ao mudar algo que está dando certo, temos o risco real do erro, mas também podemos ter a evolução qualitativa. Permanecer na conquista pode ser hoje um dos maiores erros de empreendedores e executivos. Sendo assim, arrisque-se em novos modelos e assuma a frente mesmo no momento da falha. Continue a tentar.

Não existe Inovação e Transformação sem riscos, então, coragem!

Autor

  • Marcelo Ponzoni

    Publicitário e diretor-executivo da agência Rae,MP, que atua há 26 anos no mercado. Autor do livro "Eu só queria uma mesa", da Editora Saraiva. (11) 5070-1294 - marcelo@raemp.com.br - www.raemp.com.br

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