Plataforma serve de vitrine de projetos ambientais para empresas se adequarem à nova lei

Startup VBIO ajuda empresários no cumprimento da legislação sobre o uso de ativos naturais da biodiversidade brasileira

Redação 07/07/2017
Redação 07/07/2017

Uma plataforma on-line programada para apresentar projetos socioambientais a empresas que precisam se adequar à nova lei sobre o uso de ativos naturais da biodiversidade brasileira. Essa é a startup brasileira VBIO, lançada oficialmente no dia 5 de dezembro, durante a 13ª Conference of the Parties (COP), evento com a chancela da ONU realizado em Cancún, no México – no qual chefes de estado e profissionais do mundo inteiro se reúnem para debater medidas globais de proteção à biodiversidade.

“O acesso ao patrimônio genético e conhecimentos tradicionais é uma questão prioritária em todo o mundo, sobretudo no Brasil, onde contamos com uma legislação avançada nessa área. Com a Lei 13.123/2015, que entrou em vigor no final de novembro de 2015, as companhias que utilizam matérias-primas naturais – originárias de ativos naturais  – devem destinar 0,75% da receita a projetos que beneficiem o meio ambiente e as comunidades onde atuam”, pontua Francine Leal, sócia-fundadora da VBio.

O nome VBIO une as palavras “Vitrine” e “Biodiversidade”, evidenciando a grande intenção da plataforma. “O Brasil possui diversas instituições idôneas com excelentes projetos socioambientais, de recuperação da fauna e da flora, redução da pobreza ou capacitação de populações isoladas, afirma Paulo Zanardi Jr., sócio-fundador da startup.

Francine Leal e Paulo Zanardi coordenam a startup, que ainda conta com uma equipe técnica especializada, responsável por analisar todos os projetos submetidos à vitrine. Os dois sócios, que também administram a consultoria GSS Sustentabilidade e Bioinovação, possuem vasta experiência em processos de repartição de benefícios, com foco especial para o desenvolvimento de comunidades,  proteção da biodiversidade e o combate às mudanças climáticas

 

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