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Ainda dá tempo de deixar a loja pronta para as vendas de Natal e torná-la atraente o ano todo

redacao 18/11/2010
redacao 18/11/2010

Com o aumento do poder de compra das classes C e D, o número de negócios também vem crescendo. Para não ficar de fora é preciso ter um bom planejamento estratégico e aproveitar as melhores oportunidades. Ainda há tempo para investir seja na criação ou na adequação do ambiente de lojas e aproveitar as vendas do Natal, a melhor data comemorativa do setor varejista.

Considerando que a loja já está localizada em um ponto de boa circulação para garantir que seja vista pelos clientes, o próximo passo é contratar um arquiteto experiente em varejo para planejar e executar os projetos para colocação de piso, iluminação, passando também pela definição de revestimentos, cores, texturas, acabamento.

Em seguida, vem uma etapa que pode determinar o sucesso do negócio: a arrumação da vitrine, o uso de técnicas de visual merchandising, a instalação de equipamentos e mobiliário funcionais, além do paisagismo. Todos esses elementos são usados para atrair o consumidor para o interior da loja.

Segundo Marcelo Miyazawa, diretor da Legas Group, 80% das decisões de compra são realizadas no ponto de venda, portanto, fica evidente a importância da boa apresentação do produto na vitrine. A variedade de produtos e marcas transforma o ambiente de loja numa “guerra” de atenções pelo interesse do consumidor. “O valor percebido por parte do consumidor é muito maior quando o contexto da apresentação do produto tem sinergia com o conceito da marca em questão”, completa Miyazawa.

Flexibilidade para mudar

Como a moda muda rapidamente, o lojista deve apresentar as novidades ao mesmo tempo em que o consumidor recebe os estímulos para consumo, que vêm de todos os lados: dos meios de comunicação de massa, e aí se incluem até as novelas e filmes que ditam algumas tendências da estação, do clima, se faz calor ou frio repentinamente, de datas comemorativas, entre outros.

A simples troca dos produtos expostos no interior da loja pode não ser suficiente para que o consumidor os identifique como novos. Quem está acostumado a passar por ali pode nem notar que algo mudou. “Planejar o espaço físico da loja com flexibilidade para mudar rapidamente a disposição de produtos é uma forma de ampliar o giro do estoque, conquistar maior performance em vendas e, ainda, ter seu negócio reconhecido pelo cliente como um espaço que oferece o que ele precisa”, explica Marcelo Miyazawa.

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