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Álamo Engenharia investe em manuntenção de prédios históricos

redacao 10/12/2009
redacao 10/12/2009

O edifício neoclássico de 1906, no centro da cidade do Rio de Janeiro, que recebe mais de um milhão de visitantes por ano, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) é um complexo de espaços integrados que abriga, anualmente, a média de 540 eventos, entre exposições, mostras culturais e peças de teatro. Mas o que muitos freqüentadores do local nem imaginam é que o CCBB conta com uma equipe de especialistas em manutenção, que trabalha em caráter permanente, para garantir o pleno funcionamento de um dos mais importantes prédios históricos do país.

A Álamo Engenharia, que há quatro anos é a empresa responsável pelos serviços de manutenção elétrica, refrigeração, hidráulica, telefonia, circuito fechado de TV (CFTV) e civil (reparos como pintura e marcenaria e execução de projetos) no CCBB, mantém uma equipe de profissionais liderada por um engenheiro, que coordena os trabalhos, em parceria com a equipe de engenharia ligada ao Banco do Brasil. “Fazemos reuniões periódicas, em parceria com os engenheiros do banco, para todos os nossos funcionários, e nesses encontros orientamos a respeito da importância dos cuidados com manutenção, especialmente na época das mega-exposições”, diz William Santos, Engenheiro-Residente da Álamo no CCBB.

Um dos trabalhos mais importantes é o que garante a segurança nas dependências do centro cultural, através do monitoramento permanente de todos as áreas. “Em um prédio com a importância do CCBB, é crucial ter um sistema de segurança moderno e constantemente atualizado para garantir a segurança do patrimônio”, explica William. “Temos, ao todo, um universo de 140 câmeras internas, mais uma central de monitoramento que realiza gravações no formato digital”.

Os serviços de pintura, que destacam o visual e a harmonia das linhas arquitetonicas do prédio, bem como conservam os espaços internos, são realizados anualmente de acordo com a programação pré-estabelecida e conforme a necessidade de reparos. “Temos uma equipe de pintores extremamente cuidadosa com as especificações estabelecidas para a manutenção das áreas a serem pintadas. Boa parte do trabalho é realizada às vésperas das mega-exposições, que acontecem de outubro a fevereiro”, diz o engenheiro William Santos.

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Luz e temperatura são também pontos cruciais na manutenção do CCBB e devem ser reguladas de forma personalizada para cada tipo de exposição que acontece nas diversas salas. “Quadros, documentos e obras de arte requerem cuidados especiais. O ambiente onde estão instalados, mais a ação da luz, da umidade e da temperatura, são fatores determinantes para sua integridade. Por isso, há um cuidado permanente com a climatização e iluminação das salas, e também com a manutenção dos grupos geradores de eletricidade, que atuam de forma imediata em caso de queda de energia”.

Sem margem para o “amanhã eu faço”

Luciano Correa, que administra o prédio que abriga o CCBB, explica que o banco investe no local cerca de R$ 6 milhões por ano em serviços de manutenção. “Todos os prédios históricos necessitam de cuidados especializados, e uma empresa terceirizada que ofereça uma estrutura de execução tem melhores condições de realizar o serviço. Esta é a realidade do CCBB, que demanda uma manutenção constante e sem margem para o ‘amanhã eu faço’. Tudo tem que ser feito na hora e estar prontamente em ordem”, afirma. “Confiamos no trabalho desenvolvido pela Álamo porque a empresa é ágil na resolução de qualquer solicitação. O segredo é que trabalhamos em parceria e, em mais de quatro anos de contrato, nunca registramos um incidente grave”, diz Luciano. A Álamo executa, em média, cerca de 500 ordens de serviço a cada mês.

Segundo o administrador, a maior parte do público que freqüenta o CCBB pensa que trata de um prédio público. Por conta deste raciocínio equivocado, os cuidados com a manutenção são redobrados. “Há uma cobrança das pessoas com detalhes de manutenção e de conservação do local como há com qualquer prédio histórico público. O que acontece é que o prédio do CCBB é de propriedade do Banco do Brasil, mas aberto ao público. E, por isso mesmo, cuidamos de cada detalhe para que tudo sempre esteja no mais perfeito estado”, diz Luciano Correa.

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