Campanha alerta para os riscos do uso de software ilegal

redacao 10/12/2013
redacao 10/12/2013

Sebrae e Abes alertam os pequenos negócios sobre riscos da pirataria e concorrência desleal

Além de ilegal, o software pirata pode causar danos sérios aos equipamentos. Para orientar os pequenos negócios sobre a importância de se utilizar um programa legalizado, o Sebrae realiza em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) a campanha Empreendedor Legal, cujo site é http://www.empreendedorlegal.org.br.

As duas instituições têm como principal objetivo mostrar a importância do software original para garantir o crescimento sustentável dos empreendimentos. ”Para ter um negócio de sucesso é preciso caminhar junto com a lei e sempre colocar dentro da empresa produtos, programas ou soluções originais. Por isso, é muito importante estar sintonizado com as regras de concorrência legal e os direitos da Propriedade Intelectual”, assinala o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

 “O uso de programas piratas é uma forma ilegal de obter vantagem competitiva e uma maneira equivocada de reduzir os custos operacionais ou aumentar as margens de lucro. Além dos prejuízos materiais provocados por um software irregular, a pirataria é crime”, alerta Jorge Sukarie, presidente da Abes. 

De acordo com a BSA – The Software Alliance, o Brasil ainda convive com um índice de pirataria desoftware de 53%. A mesma entidade aponta que se esse tipo de ilegalidade fosse reduzido no Brasil em dez pontos percentuais, nos próximos quatro anos seriam criados mais de 12,3 mil postos de trabalho e mais de US$ 4 bilhões seriam devolvidos à economia brasileira.

A campanha também conta com a parceria de entidades governamentais e da indústria. Participam a Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), BSA – The Software Alliance, Confederação Nacional do Comércio (CNC), do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e do Movimento Brasil Competitivo (MBC). 

 

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