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Consumo da classe E deve cair em 2011, é o que aponta o estudo IPC Maps, da IPC Marketing

redacao 04/05/2011
redacao 04/05/2011

É o que aponta o estudo IPC Maps, da IPC Marketing. De acordo com o levantamento, a classe E, com renda familiar média de R$ 490, é a única que apresentará recuo no consumo neste ano. Em 2010, o consumo dessa faixa de renda ficou em cerca de R$ 4,512 bilhões. A estimativa para 2011 é que esse montante caia para aproximadamente R$ 3,634 bilhões, uma retração de 19,46%. Entre as demais classes, a A1, que representa apenas 0,5% dos domicílios brasileiros, é a que será responsável pelo maior crescimento em 2011.

O consumo da população com renda média familiar mensal de R$ 13,1 mil deverá ter um avanço de 31,22%, saindo de R$ 66,697 bilhões em 2010 para R$ 87,523 bilhões este ano.Na lista de potencial de consumo por classe social, aparece em seguida a C1, que deve aumentar o consumo em19,60%, C2 com alta de 18,02% e a B2, cujo avanço será de 12,52%.O consumo das classes A2, B1 e D também deve expandir, mas de forma mais modesta, com índices crescimento de 0,34%, 2,42% e 0,31%, respectivamente.

É o que aponta o estudo IPC Maps, da IPC Marketing. De acordo com o levantamento, a classe E, com renda familiar média de R$ 490, é a única que apresentará recuo no consumo neste ano. Em 2010, o consumo dessa faixa de renda ficou em cerca de R$ 4,512 bilhões. A estimativa para 2011 é que esse montante caia para aproximadamente R$ 3,634 bilhões, uma retração de 19,46%.

Entre as demais classes, a A1, que representa apenas 0,5% dos domicílios brasileiros, é a que será responsável pelo maior crescimento em 2011. O consumo da população com renda média familiar mensal de R$ 13,1 mil deverá ter um avanço de 31,22%, saindo de R$ 66,697 bilhões em 2010 para R$ 87,523 bilhões este ano.

Na lista de potencial de consumo por classe social, aparece em seguida a C1, que deve aumentar o consumo em19,60%, C2 com alta de 18,02% e a B2, cujo avanço será de 12,52%.

O consumo das classes A2, B1 e D também deve expandir, mas de forma mais modesta, com índices crescimento de 0,34%, 2,42% e 0,31%, respectivamente.

 

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