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Diminui concentração do consumo na região Sudeste

redacao 03/05/2011
redacao 03/05/2011

O Sudeste deve perder cerca de R$ 12 bilhões no consumo nacional em 2011

Com a mobilidade social das classes D e C mais intensa em outras regiões do País, o Sudeste deve perder cerca de R$ 12 bilhões no consumo nacional em 2011, estimado em R$ 2,5 trilhões. É o que aponta o levantamento realizado pela IPC Marketing Editora.Os dados do estudo IPC Maps (Índice de Potencial de Consumo), divulgados pelo jornal O Estado de S. Paulo, revelam que o potencial de consumo das classes B e C nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste superou a média nacional, cuja alta foi 1,7 ponto percentual. Em todas essas regiões a expansão ficou acima de 2 pontos percentuais. Já na região Sudeste, principal polo econômico do Brasil, o acréscimo foi de apenas 1,2 ponto percentual.Segundo Marcos Pazzini, responsável pela pesquisa, essas regiões registraram uma maior movimentação social. Ou seja, um número maior de brasileiros subiu da classe C para a B e da D para a C nos estados do Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, a movimentação foi menos intensa.Essa ascensão social descentralizada faz com que gastos com alimentos, despesas com refeições, artigos de vestuário e até prestação da casa própria previstos para o Sudeste migrem para outras regiões."O Sudeste será a única região com perda de participação no consumo nacional em 2011, apesar de responder por 52,2% do total gasto com compras", diz o pesquisador.De acordo com estudo, o consumo das famílias no Centro-Oeste, por exemplo, deve crescer R$ 4,6 bilhões este ano, seguido pelo Sul, com expansão de R$ 4,1 bilhões, e das regiões Norte e Nordeste, com aumentos de R$ 2,4 bilhões e de R$ 812 milhões, respectivamente.Segundo Pazzini, o potencial de consumo dos brasileiros deve aumentar quase 12% em 2011, com um acréscimo de R$ 250 bilhões em comparação com o ano passado. A estimativa é feita com base nas contas nacionais, dados de outras fontes de pesquisa e na estrutura de gastos da população segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A projeção também leva em conta um aumento de 4,3% do PIB nacional.

Com a mobilidade social das classes D e C mais intensa em outras regiões do País, o Sudeste deve perder cerca de R$ 12 bilhões no consumo nacional em 2011, estimado em R$ 2,5 trilhões. É o que aponta o levantamento realizado pela IPC Marketing Editora.

Os dados do estudo IPC Maps (Índice de Potencial de Consumo), divulgados pelo jornal O Estado de S. Paulo, revelam que o potencial de consumo das classes B e C nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste superou a média nacional, cuja alta foi 1,7 ponto percentual. Em todas essas regiões a expansão ficou acima de 2 pontos percentuais. Já na região Sudeste, principal polo econômico do Brasil, o acréscimo foi de apenas 1,2 ponto percentual.

Segundo Marcos Pazzini, responsável pela pesquisa, essas regiões registraram uma maior movimentação social. Ou seja, um número maior de brasileiros subiu da classe C para a B e da D para a C nos estados do Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, a movimentação foi menos intensa.

Essa ascensão social descentralizada faz com que gastos com alimentos, despesas com refeições, artigos de vestuário e até prestação da casa própria previstos para o Sudeste migrem para outras regiões.

"O Sudeste será a única região com perda de participação no consumo nacional em 2011, apesar de responder por 52,2% do total gasto com compras", diz o pesquisador.

De acordo com estudo, o consumo das famílias no Centro-Oeste, por exemplo, deve crescer R$ 4,6 bilhões este ano, seguido pelo Sul, com expansão de R$ 4,1 bilhões, e das regiões Norte e Nordeste, com aumentos de R$ 2,4 bilhões e de R$ 812 milhões, respectivamente.

Segundo Pazzini, o potencial de consumo dos brasileiros deve aumentar quase 12% em 2011, com um acréscimo de R$ 250 bilhões em comparação com o ano passado. A estimativa é feita com base nas contas nacionais, dados de outras fontes de pesquisa e na estrutura de gastos da população segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A projeção também leva em conta um aumento de 4,3% do PIB nacional.

 

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