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Notebooks estão mais presentes nos lares das classes A e B, diz pesquisa

redacao 27/09/2011
redacao 27/09/2011

A penetração de notebooks é mais expressiva entre as classes sociais mais altas, de acordo com pesquisa realizada pela Intel e divulgada nesta segunda-feira (26). Segundo o levantamento, o notebook está presente em 47% dos lares da classe A e em 23% dos da classe B das regiões metropolitanas. Já na média nacional, 15% das famílias possuem o este tipo de computador portátil em casa.

As classes C e D se destacam pela presença dos computadores desktops (de mesa, constituídos por gabinete e monitor), já que 56% dos lares da classe C possuem ao menos um computador. Já na classe D, o desktop está presente em 22% dos lares.

No total, segundo o levantamento, 58% dos lares possuem computadores (entre notebooks e desktops).

Mais de um

A pesquisa aponta ainda que ao menos 19% dos lares no Brasil já contam com mais de um computador e em 9% existe pelo menos um computador desktop e um notebook. “O primeiro como ‘computador da família’, compartilhado, e o segundo como computador pessoal de um dos moradores”, aponta o levantamento. Isto porque apenas 12% dos desktops são considerados de uso “individual”, enquanto para os notebooks este número sobe para 46%.

A pesquisa mostrou ainda que 58% daqueles que possuem notebook também têm pelo menos um desktop em casa e, daqueles que têm netbook, 36% também possuem notebook.

Internet banda larga

A imensa maioria (96%) dos donos de computadores das regiões metropolitanas pesquisadas acessam regularmente a internet, segundo o levantamento. Entre aqueles que não possuem computador, o acesso à rede mundial também é elevado, já que 93% dos entrevistados responderam que acessam a internet com frequência.

Entre aqueles que possuem computador, 63% acessam a internet diariamente e entre os que não possuem, apenas 23% fazem acesso diário. Na classe A, 99% acessa todos os dias a rede, enquanto na classes B, C e D os percentuais são de 97%, 96% e 88%, respectivamente.

Pesquisa

A pesquisa foi realizada em 16 regiões metropolitanas de destaque no País, o equivalente a 35% da população brasileira e a 50% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional.

As 16 regiões metropolitanas incluem São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campinas, Votorantim, Curitiba Porto Alegre, Balneário Camboriú, Brasília, Goiânia, Fortaleza, Salvador, Recife, Petrolina, Sobral e Belém.

Foram entrevistadas 2.500 pessoas das classes sociais A, B, C e D com idades entre 16 e 65 anos, usuárias de computador, mesmo que não os tenham em casa.

 

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