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Pesquisa mostra quem é e como pensa o jovem empresário de São Paulo

redacao 10/12/2009
redacao 10/12/2009

Os jovens empresários paulistas têm formação sólida: 97% já terminaram ou ainda estão cursando a faculdade, 86% têm inglês fluente, 47% têm pós-graduação (concluída ou em andamento), 28% cursaram ou ainda cursam MBA ou especialização e 4% mestrado.

Com relação às experiências, 69% estudaram no exterior, 26% fizeram intercâmbio em outro país, 79% trabalham na mesma área de formação e 65% já vivenciaram outras experiências profissionais, fora da empresa da família.

Os dados fazem parte da pesquisa realizada entre maio e junho deste ano, junto ao quadro associativo do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), pelo Núcleo de Jovens Empreendedores da entidade, em parceria com a Bernhoeft Consultoria. O objetivo do estudo é identificar o perfil do jovem empresário paulista e o atual quadro de sucessão de comando em empresas familiares do estado.

Sobre empreender
Segundo o levantamento, 56% dos jovens empresários já tiveram ou ainda têm o próprio negócio. Desse universo, 69% investiram capital próprio e 20% capital familiar, sendo que 59% investiram até R$ 50 mil e 29% investiram entre R$ 50 e R$ 200 mil. Quanto ao porte das empresas, 70% são micro e 27% pequenas.

Muitos se mostram preparados para o mundo dos negócios: 49% prepararam plano de negócios e 46% têm relação com negócios da família. Para 52% deles, a experiência fora das empresas da família foi fundamental para sua formação empreendedora. Para outros 38,67% a etapa foi importante e, apenas para 9,33%, foi indiferente.

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A posição ocupada nos negócios da família é da gerência para cima, em 89% dos casos. A maioria (92,04%) afirma ter características empreendedoras, mas 7,96% afirmam não ter. Além disso, 85,84% dizem que a educação em casa estimulou empreendedorismo.

Perfil do jovem empreendedor
Os jovens empreendedores ou sucessores, em sua maioria, são homens (76%), sendo que 58% são casados, 31% solteiros e 41% têm filhos. Quanto à sucessão na empresa da família, 89,29% admitem que carregar o nome da família significa ter uma grande responsabilidade.

Na opinião deles, a legitimidade do sucessor se conquista:

    * Com a aprovação de todos os envolvidos – 31,53%

    * Com a experiência nas empresas da família – 22,52%

    * Com o tempo – 16,22%

    * Com boa formação – 16,22%

    * Com a experiência adquirida trabalhando fora – 8,11%

    * Com a decisão do sucedido – 5,41%

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