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Preço baixo atrai consumidor a comprar computadores em super e hipermercados

redacao 18/11/2010
redacao 18/11/2010

Por oferecerem um preço geralmente 10% abaixo do cobrado pelo mercado como um todo, os canais de vendas considerados autosserviço, como os supermercados, hipermercados e lojas de departamento, aumentaram a participação nas vendas de computadores no Brasil em cerca de 4 pontos percentuais.

Enquanto em 2009 eles representavam 26% de tudo o que era vendido no segmento, em 2010, a participação já atinge 30%, de acordo com uma pesquisa realizada pela GfK.

A queda nos preços dos computadores no País tem sido o principal motivo para a expansão no setor neste ano. Entre janeiro e agosto, as vendas já acumulam alta de 16% frente ao mesmo período do ano passado.

De acordo com o gerente de Negócios de TI e Foto da GfK, Alex Ivanov, 42% dos computadores vendidos no mundo são móveis – o que inclui notebooks e netbooks. No Brasil, esse percentual, que era de 20% em 2007, já chega a quase 50%. Os desktops ainda são 43% das vendas no Brasil. “Há quatro anos, o preço médio de um notebook era R$ 2.600 e agora está em cerca de R$ 1.600 – a queda é de 38%”, apontou Ivanov.

Netbooks
Também os netbooks têm puxado o preço dos computadores para baixo. Enquanto, no ano passado, a média de preços dos ultraportáteis estava em R$ 1.400, neste ano, a maioria é vendida na faixa entre R$ 1 mil e R$ 1.200.

“Hoje os netbooks já representam um terço do mercado. Para se ter uma ideia, em um ano, aumentaram de 11 para 25 as marcas que oferecem o produto no Brasil. Em agosto de 2009 eram 43 modelos disponíveis e, em agosto deste ano, 167”, disse, “Hoje, o netbook já é um computador mais robusto. Pode até não ter grande penetração no mercado corporativo, mas, para o usuário doméstico, já é um excelente equipamento”, acrescentou o executivo.

Ivanov projeta que, com a continuidade da economia favorável em 2011, o crescimento do mercado de computadores no Brasil deve ficar entre 11% e 14%, com grande espaço para os computadores móveis, cada vez menor procura pelos desktops e manutenção de 3% de participação dos PCs “All-In-One”, que integram a CPU no monitor – modelo que “ainda é promessa e não decolou” no País.
 

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