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Turismo responde por três milhões de postos de trabalho

redacao 05/05/2014
redacao 05/05/2014

O crescimento de vagas foi de 51,2% nos últimos sete anos, de acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego

O setor de turismo é um grande gerador de postos de trabalho, como revela uma análise feita pelo Ministério do Turismo, com base em dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego. O setor contribuiu com 6,25% dos empregos formais no ano de 2013, ou seja, cerca de três milhões de trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregos diretos em serviços como hospedagem, alimentação, transporte, agências de viagens, aluguel de transporte, cultura e lazer. O crescimento do setor foi de 51,2% nos últimos sete anos, já que em 2006 foram computados 1,9 milhões de trabalhadores em atividades vinculadas aos turismo.

Já o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), que apresentou no início de abril o seu estudo anual sobre a economia do turismo, também aponta para o fato de o setor ter gerado cerca de três milhões de postos de trabalho diretamente e que a contribuição total (diretos, indiretos e induzidos) chegaria a 8,4 milhões.

Com a proximidade dos grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, há uma expectativa de que 380 mil postos de trabalho temporários sejam criados. Os dados são da empresa de consultoria de gestão Value Partners Brasil, que fez um estudo a respeito das oportunidades de negócios e geração de trabalho à pedido do Ministério do Esporte. As novas vagas serão oferecidas especialmente em bares e restaurantes, e em cargos como recepcionistas, atendentes e garçons.

O Pronatec, Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, também contribui para a recolocação profissional e qualificação dos profissionais. No Turismo, mais de 166 mil pessoas estão matriculadas em cursos relacionados ao setor, como garçons, camareiras, bartender, recepcionistas, policias civis, militares, guardas municipais e bombeiros. A meta era de preencher 150 mil vagas em cursos profissionalizantes até a Copa do Mundo.

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