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Varejo compra 15% mais eletroeletrônicos para o Dia das Mães deste ano

redacao 05/05/2011
redacao 05/05/2011

Lojas de eletrodomésticos e eletrônicos devem comprar até 15% mais para o Dia das Mães neste ano, na comparação com a mesma véspera da data no ano passado.

A expectativa é da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Eletroeletrônicos). “Alguns segmentos como o de portáteis (que inclui itens como cafeteiras e sanduicheiras) puxam esse crescimento. Deve ser uma data positiva”, prevê o presidente da Eletros, Lourival Kiçula.

Na divisão por itens, a indústria vendeu 15% a mais de eletroportáteis e de equipamentos de áudio e vídeo para a data neste ano e de 8% a 10% a mais de itens da chamada linha branca, que inclui geladeiras, fogões e máquinas de lavar.

“Temos que ter em mente que houve o fim da redução da IPI e, quando você tem aumento da inflação, com consequente aumento dos juros para contê-la, esses itens são mais afetados”, diz Kiçula. No ano passado, os eletroportáteis também puxaram o crescimento para o Dia das Mães, com aumento de 25% nas encomendas, comparando com 2009.

Comparação
É bom lembrar, no entanto, que o ano de 2010 é um parâmetro bastante alto de comparação, já que foi um excelente período para o segmento. Nos produtos da linha branca, o setor vendeu 13,69% a mais que em 2009, enquanto na linha marrom (TV, imagem e som) o crescimento foi de 15%. Já os eletroportáteis apresentaram crescimento de 18,5% em 2010 na comparação com o ano anterior.

Nos três primeiros meses deste ano, alguns itens se destacam no aumento das encomendas da indústria. Entre eles, estão aspirador de pó, que teve crescimento de 70%, batedeiras, que registraram alta de 25% na demanda, cafeteiras, que tiveram volume de encomendas 45% mais altos e sanduicheiras, com aumento de 91%. Outros itens que registraram incremento foram secadores e modeladores, cuja demanda dobrou. Televisões tiveram 26% mais encomendas.

Kiçula acredita que as medidas macroprudenciais anunciadas recentemente pelo governo não devem gerar um cenário nebuloso para o ano. “Aposto em um ano positivo, mas claro que isso depende do patamar onde os juros vão parar, o quanto isso vai influir, se os prazos do varejo serão mantidos”, avalia o presidente da Eletros
 

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