Vendas da indústria de material de construção crescem 12,14% em 2010

O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em 2010 cresceu 12,14% em relação 2009, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (20) pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção).

Na comparação entre dezembro de 2010 e 2009, a expansão foi de 6,96%. Já no confronto mensal do último mês do ano passado com novembro houve queda de 8,88%.

No geral, diz a Abramat, o resultado das vendas em 2010 ficou próximo ao atingido em 2008, apresentando queda de apenas 1,57%. No que diz respeito ao comportamento das vendas dos materiais básicos e de acabamentos, para o mesmo período, a entidade diz que houve diferenças significativas, já que o primeiro apresentou queda de 6,38% e o segundo alta de 9,37%.

Materiais de base e acabamento
No ano, o faturamento com as vendas de materiais básicos aumentou 10,62%. Na comparação entre dezembro de 2010 e 2009, houve alta de 1,40%. Na relação mensal, entretanto, as vendas caíram 8,29%.

Quanto aos materiais de acabamento, o levantamento apontou crescimento de 15,15% no ano passado, em relação ao ano anterior.

Em dezembro, houve alta de 17,91% no faturamento, frente ao décimo segundo mês de 2009. Porém, no confronto com novembro, as vendas recuaram 9,86%, no último mês de 2010.

Nível de emprego
Em relação ao nível de emprego na indústria de materiais de construção, o estudo indica que em dezembro houve avanço de 7,16%, em relação ao mesmo mês de 2009. Na comparação com novembro, houve alta de 0,03%.

Na indústria de materiais básicos, o número de empregados no mês passado cresceu 7,45% ante o mesmo período de 2009. No confronto mensal, houve alta de 0,32%.

Já na indústria de materiais de acabamento, o número de funcionários no último mês do ano anterior avançou 6,58% em relação ao mesmo mês de 2009. Na comparação com novembro, houve queda de 0,56%.

Expectativa
Para os próximos meses, as expectativas da Abramat apontam para a continuidade do crescimento, porém, em ritmo menos intenso. A previsão de fechamento para este ano é de 9% de alta sobre 2010.
 

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