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Vendas do comércio têm 7ª alta consecutiva, aponta IBGE

redacao 12/01/2011
redacao 12/01/2011

As vendas no comércio varejista cresceram pelo sétimo mês consecutivo. Em novembro, houve alta de 1,1% na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É a sétima alta consecutiva no indicador e o melhor resultado desde agosto, quando subiu 1,7%.

Em relação a novembro de 2009, houve alta de 9,9%. No acumulado do ano, verifica-se avanço de 11% na comparação com igual intervalo no ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses até novembro, as vendas cresceram 10,8%.

Em relação a novembro de 2009, houve alta de 9,9%. No acumulado do ano, verifica-se avanço de 11% na comparação com igual intervalo no ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses até novembro, as vendas cresceram 10,8%.

A receita nominal de vendas no comércio teve expansão de 1,2%, na comparação com o mês anterior. Em relação a novembro de 2009, a receita do comércio aumentou 14,8%, com destaque para o setor de livros, jornais, revistas e papelaria (27,5%).

As vendas no comércio varejista ampliado –que inclui ainda o desempenho das vendas de veículos e motos, partes e peças e material de construção apenas no varejo– subiram 1,4% frente a outubro. Na comparação com novembro de 2009, houve alta de 17%.

As vendas de veículos e motos, partes e peças subiram 0,2% na comparação com outubro, e 30,4% ante o mesmo mês do ano passado.

Já as vendas de material de construção no varejo registraram alta de 0,8% sobre outubro, e de 15,8% ante novembro de 2009.

Na comparação com outubro, seis das oito atividades pesquisadas registraram crescimento no volume de vendas, com destaque para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (10,5%).

Por outro lado, houve retração nas vendas de tecidos, vestuário e calçados (-3,6%) e combustíveis e lubrificantes (-0,3%).

Em relação a novembro de 2009, todas as oito áreas avaliadas apresentaram expansão, principalmente os setores de livros, jornais, revistas e papelaria (23,2%) e móveis e eletrodomésticos (20,5%).

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