Com atuação em todo o país, a CloQ reúne cerca de 150 mil clientes cadastrados e operação 100% digital
A CloQ, fintech brasileira de impacto social que auxilia brasileiros a construírem um histórico de crédito positivo, seguro e inclusivo por meio do nano-crédito, avança na missão de ampliar o acesso ao crédito consciente no país ao alcançar 12 mil clientes ativos e consolidar sua atuação junto a públicos historicamente excluídos do sistema financeiro tradicional. Com operação 100% digital, a empresa já concedeu mais de 30 mil nano-empréstimos, com valores entre R$100 e R$500, registrando tíquete médio de R$250 por mês e movimentando mais de R$7 milhões.
“O nosso foco não é apenas liberar crédito, mas criar um caminho de entrada seguro e responsável no sistema financeiro. Muitas pessoas ficam de fora não por falta de capacidade de pagamento, mas por ausência de histórico. A CloQ nasce para oferecer uma alternativa estruturada e justa a esse público”, afirma Rafaela Cavalcanti (foto em destaque), CEO e cofundadora da fintech.
Fundada com o propósito de permitir que mais brasileiros construam um histórico financeiro positivo e sejam incluídos no sistema financeiro formal, a CloQ adota um modelo de análise de crédito que vai além dos critérios tradicionais de renda e score. A tecnologia da fintech utiliza inteligência artificial própria e dados alternativos para avaliar o comportamento do usuário, possibilitando a concessão de crédito mesmo para quem nunca teve acesso a empréstimos formais — realidade de 22% dos clientes atuais, que contrataram crédito pela primeira vez por meio da plataforma.
O diferencial está no algoritmo de inteligência artificial que analisa milhares de dados alternativos, desde informações cadastrais até padrões de uso do aplicativo. Desde o início da operação, a empresa investiu continuamente no aperfeiçoamento de sua tecnologia para reduzir riscos de fraude e a inadimplência, que começou em 40% durante a fase alpha e atualmente está em torno de 9% em beta, índice muito competitivo em comparação aos grandes bancos.
Além disso, a experiência do usuário é um dos pilares da estratégia da empresa. Pensado para públicos com baixa familiaridade tecnológica e escolar, o aplicativo da CloQ utiliza imagens em substituição a textos extensos, tipografia ampliada e informações de apoio ao longo da jornada, tornando o processo mais intuitivo e compreensível. Todo o fluxo, da análise à contratação, acontece dentro do app.
Para 2026, a ideia é dobrar as operações com eficiência sem deixar de lado o foco no cliente, fortalecendo a posição da CloQ no mercado e ampliando o alcance do modelo de nano-crédito de forma sustentável. “Queremos ser uma passagem para que as pessoas construam um histórico financeiro positivo e, a partir disso, tenham mais oportunidades em todo o mercado financeiro. Nosso papel é abrir portas com responsabilidade, combinando tecnologia, educação e crédito consciente para gerar impacto real e duradouro”, conclui a CEO da CloQ.



