Carro com mais de 10 anos: 4 erros comuns de quem tenta protegê-lo ‘por conta própria’

Victor Horta (foto em destaque), CPO da Pier, alerta para riscos de não ter seguro adequado e destaca a importância de coberturas completas, transparência e processos ágeis

Com o envelhecimento da frota brasileira, cresce também a busca por soluções de proteção para veículos com mais de 10 anos de uso, modelos que, em geral, exigem mais manutenção e podem demandar reparos caros. Segundo levantamento da Fenabrave, os carros com idade acima de 10 anos representam cerca de 40% da frota nacional, o que aumenta a relevância de soluções de seguro adequadas para este nicho de mercado.

“Proteger um carro mais velho vai muito além de guardar dinheiro para eventual reparo. Muitos motoristas acreditam que conseguem se proteger por conta própria, mas acabam sem cobertura completa, sujeitos a altos custos caso algo aconteça”, afirma Victor Horta, CPO da Pier, seguradora com o objetivo de mudar a relação dos brasileiros com os seguros.

Diante desse cenário, o executivo cita os 4 principais erros cometidos por quem tenta proteger um carro com mais de 10 anos “por conta própria”. Confira!

1 – Acreditar que seguro é desnecessário para carros mais velhos
É comum o motorista concluir que o carro “já não vale tanto” e, por isso, abrir mão do seguro. O erro é esquecer que, em uma batida, você pode ser responsabilizado pelo conserto do outro veículo. Se colidir com um carro novo, por exemplo, o custo do reparo pode ser muito superior ao valor total do seu próprio automóvel. Ter uma proteção para terceiros traz a tranquilidade de saber que, independentemente do valor do outro veículo, você estará seguro.

2 – Não considerar coberturas específicas
Alguns seguros básicos cobrem apenas roubo e colisão. Para carros antigos, é importante incluir, por exemplo, a assistência 24h, que garante o socorro necessário em casos de panes elétricas ou mecânicas, mais comuns em veículos com idade avançada.

3 – Deixar de avaliar o custo real de reparo
O valor de mercado de um carro antigo nem sempre reflete o custo real de suas peças. Por isso, optar pela cobertura de perdas parciais com franquia reduzida é uma estratégia inteligente para veículos mais antigos: em caso de sinistro, o seguro absorve a maior parte dos custos de reparo, mitigando o impacto financeiro para o segurado. Entender como a franquia reduzida funciona traz muito mais tranquilidade, garantindo o benefício de recuperar o seu veículo sem pesar no bolso.

4 – Subestimar a importância de processos ágeis e tecnológicos
Contratar um seguro com processos complexos ou pouca transparência aumenta o risco de erros na cobertura e pode atrasar a resolução de sinistros. Ter acesso a uma contratação mais simples e ágil ajuda o motorista a entender exatamente o que está protegido e evita problemas quando se precisa.

“Um carro com mais de 10 anos bem protegido exige atenção às coberturas certas e à forma como o seguro é contratado. Processos ágeis, claros e tecnológicos oferecem menos burocracia, mais transparência e maior segurança, evitando que o motorista tenha prejuízos evitáveis. Um seguro adequado é a melhor forma de garantir tranquilidade no dia a dia”, finaliza o CPO da Pier Seguradora.

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