Grupo Multilixo registra crescimento de 27% nas contratações femininas e promoção de mais de 55% das líderes no último ano
O transporte de cargas, a logística pesada e as operações industriais continuam entre os segmentos com menor presença feminina no Brasil. Dados da Confederação Nacional do Transporte indicam que as mulheres representam cerca de 17,8% da força de trabalho no transporte, enquanto menos de 3,5% dos condutores de veículos pesados no país são mulheres.
Na contramão desse cenário, o Grupo Multilixo, ecossistema líder na gestão de resíduos no Estado de São Paulo, vem ampliando de forma consistente a participação feminina em sua estrutura. Hoje, o grupo reúne 516 mulheres, distribuídas entre operações industriais, logística, áreas técnicas, administrativas e estratégicas.
Entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, 109 novas profissionais passaram a integrar o Grupo, ampliando a presença de mulheres em diferentes frentes da operação. O avanço também aparece nos espaços de decisão. Atualmente, 18 mulheres ocupam posições de liderança, e mais de 55% dessas líderes chegaram ao cargo no último ano, indicando expansão da mobilidade interna e maior protagonismo feminino na gestão.
Para Emerson Queiroz, Diretor de Recursos Humanos do Grupo Multilixo, o avanço da participação feminina na liderança reflete um trabalho estruturado da companhia voltado à ampliação de oportunidades e ao fortalecimento de uma cultura organizacional baseada em equidade e desenvolvimento profissional, em linha com compromissos internacionais de sustentabilidade que incluem a promoção da igualdade de gênero prevista no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 da Agenda 2030 da ONU.
“O fortalecimento da liderança feminina dentro da empresa é resultado de um trabalho contínuo para ampliar oportunidades e construir um ambiente de desenvolvimento profissional com equidade. Quando mulheres ocupam posições de decisão, isso fortalece a cultura da companhia e amplia as referências para outras profissionais que constroem suas trajetórias no setor”, afirma Emerson.
Este movimento também começa a se refletir na própria estrutura da operação. Com a ampliação do quadro feminino na companhia, o Grupo Multilixo vem estruturando frentes voltadas à expansão da presença de motoristas mulheres, ampliando a participação feminina na condução de veículos pesados e acompanhando uma mudança gradual em um dos segmentos historicamente mais masculinos da logística ambiental.
Esse movimento também acompanha uma transformação mais ampla na forma como o setor ambiental estrutura suas equipes e suas lideranças.
Para Lucas Urias, Diretor de Estratégia e Inovação do Grupo Multilixo, ampliar a presença feminina nas áreas técnicas, operacionais e de liderança fortalece a capacidade das empresas de responder aos desafios de um setor cada vez mais complexo e orientado pela agenda da sustentabilidade.
“Estudos internacionais mostram que empresas com maior diversidade de gênero na liderança têm até 25% mais probabilidade de apresentar desempenho acima da média. Em um setor como o ambiental, que exige decisões cada vez mais complexas em tecnologia, rastreabilidade e sustentabilidade, ampliar a presença feminina nessas áreas também fortalece a capacidade das empresas de evoluir com mais equidade e ampliar espaços de protagonismo feminino dentro do setor”, destaca Urias.
A evolução desse cenário também se reflete na governança corporativa com a chegada de Aline Alcântara (foto em destaque) como Diretora Jurídica do Grupo Multilixo, expandindo a participação feminina na estrutura executiva da companhia e reforçando a presença de mulheres em posições estratégicas de decisão.
Para Aline, a presença de mulheres em cargos estratégicos tem um papel relevante na construção de novas referências profissionais dentro do setor ambiental.
“Quando uma mulher ocupa uma posição de liderança em um setor historicamente masculino, ela amplia as referências para outras profissionais que estão construindo suas carreiras. Isso ajuda a pavimentar caminhos e mostra que liderança, conhecimento técnico e capacidade de decisão também passam pela presença feminina”, conclui a executiva.


