5 esclarecimentos para abrir uma franquia home office frente à crise do COVID-19

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a pandemia do novo Coronavírus poderá resultar em até 25 milhões de novos desempregados no mundo. No entanto, o brasileiro que sempre foi muito criativo pode aproveitar este momento de mudanças para repensar sua forma de trabalhar e enxergar o home office como um incentivo para descobrir novas formas de manter as economias em dia com muita chance de prosperidade e sucesso por meio do seu próprio negócio.

Nanofranquias como soluções

Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising – ABF, o setor demonstra consistência e estabilidade e o faturamento cresceu em 6% de 2017 para 2018. Já em termos de empregabilidade, o setor teve um ganho de 4,6% de 2018 para 2019. No entanto, além dos modelos tradicionais de franquia que já conhecemos, existem também as nanofranquias, que são oportunidades de negócios para quem dispõe de pouca verba. Além disso, uma de suas características é o trabalho “home based”, ou seja, o franqueado trabalha diretamente de casa e é responsável por todo o trabalho da empresa.

Para auxiliar quem está em busca de uma nova empreitada profissional, Bruno Bronetta, CEO do Grupo TSValle, apresenta cinco esclarecimentos para abrir uma franquia home office com os melhores resultados:

1 – Qual o investimento inicial para abrir uma nanofranquia home office?
Tendência crescente, esse modelo de negócio tem aumentado sua participação no mercado principalmente por ter um investimento inicial abaixo dos R$ 25 mil. A rede de franquias TSValle é um exemplo. Atuante desde 2003, oferece aos seus franqueados o modelo de franquia no formato home office, com investimento inicial de R$ 8.900,00, que pode ser parcelado em até dez vezes.

2 – Em quais segmentos posso atuar?
Há negócios de diversos segmentos e investimentos, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), os setores de vendas online como, publicidade, mobile marketing, vendas de cosméticos e suplementos alimentares, e também de turismo têm crescido no Brasil. Além desses segmentos, outras franquias home office que se destacam são do setor de: serviços, saúde e bem-estar.

3 – Quais vantagens e desvantagens?
Como vimos no primeiro item, dentre os benefícios das franquias também chamadas de “home based” a economia, com investimento inicial baixo, e a possibilidade de operar de casa se destacam. Além disso, a necessidade de poucos funcionários, modelo de negócio pronto e o payback mais rápido são vantagens importantes. Entretanto, trabalhar em casa não é fácil, é necessário ter foco e uma boa gestão para o negócio dar certo. É importante ter bem claro com a franqueadora quais são as políticas estabelecidas e a estrutura de pagamentos e recebimentos para não ter surpresas desagradáveis no futuro.

4 – Preciso ter experiência em gestão de negócios?
Não é necessário ter experiência, mas a dedicação é fundamental. O principal desafio é comportamental, apesar de ser um negócio próprio o empreendedor não está sozinho e terá que ouvir as orientações e diretrizes da franqueadora. A TSValle, por exemplo, oferece aos seus franqueados treinamentos presenciais e online. Junto à capacitação técnica, é oferecido também treinamento da metodologia de vendas e prospecção da empresa, o que certamente garante o sucesso dos negócios.

5 – Pesquise!
Para não ter arrependimentos futuros promovidos por uma administração ruim, antes de escolher qual franquia investir é importante observar qual negócio é do seu interesse e perfil, e ter uma conversa transparente com a franqueadora. Definido isto e qual segmento tem interesse em investir, pesquise bem e cuidadosamente na hora de escolher uma franqueadora.
O primeiro passo é verificar os números com cautela e questionar se a marca está realmente oferecendo um retorno coerente com a sua expectativa.
Realizar visitas, avaliar resultados, pesquisar o que os consumidores pensam da marca são tarefas importantes para evitar o investimento em modelos de negócio mal pensados e/ou com produtos difíceis de vender.

Bruno Bronetta é CEO do Grupo TSValle .

Foto: André Costa.

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