Escala e futuro das criptomoedas

Redação 15/07/2019
Redação 15/07/2019

O surgimento das criptomoedas em escala mundial consolidou-se a partir de 2008, reforçando
uma ideia que vinha sendo elaborada desde os anos 80. A desconfiança generalizada do
sistema financeiro gerou o aparecimento do Bitcoin, a primeira das criptomoedas, que nasceu
como um dinheiro eletrônico trocado através de meio virtual, de pessoa a pessoa. O
documento técnico que inaugura o aparecimento da criptomoeda foi veiculado na Internet por
Satoshi Nakamoto – provavelmente um pseudônimo para identificar um grupo de pessoas que
propunham uma nova maneira de pagamentos on-line via moedas eletrônicas, sem passar por
instituições financeiras oficiais. A roda que faz o Bitcoin funcionar é o Blockchain, uma
somatória de fatores tecnológicos como criptografia, trocas diretas, validação distribuída,
entre outras características técnicas que produz os ativos individualizados em ambiente digital
e de produção limitada, que possuem um teto e são trocados diretamente de pessoa a pessoa.
Em 2007, o colapso financeiro desencadeado pela crise imobiliária norte-americana, também
conhecida como crise subprime, derrubou o índice Dow Jones e arrastou vários bancos para
uma situação de insolvência, afetando as bolsas de valores de todo o mundo. O colapso
associou-se a uma situação de crise anterior, da falência das empresas ponto com, em 2001, e

foi considerada a mais grave desde 1929. A situação desencadeou uma crise financeira
mundial em 2008 e a desconfiança generalizada do sistema financeiro foi o passo inicial para o
surgimento das criptmoedas.
Passado o temporal, o mercado vive hoje uma realidade que visa desenvolver novas aplicações
com o dinheiro digital, não mais apenas atrelado a opções de compra e venda.

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