Franquia de cashback avança e pretende chegar a mil unidades

Redação 13/08/2020
Redação 13/08/2020

Apesar da pandemia, a microfranquia do aplicativo Nível Cashback deve colher bons frutos em seu primeiro ano de operação. Criado em março deste ano, o app já bateu a marca de 150 franqueados em 20 estados brasileiros e tem entre seus parceiros comerciais empresas como Marisa, Renner, Uber, Netshoes, Centauro, Carrefour, OI, Tim, Vivo, Google, entre outras marcas renomadas.

Até o final do ano, a franquia planeja chegar a mil unidades comercializadas. Tal crescimento vertiginoso se deve ao seu modelo acessível e democrático, construído com base na empresa mãe Doorness Brasil, que já atua no mercado de cashback há quatro anos. “Oferecemos um negócio vantajoso para clientes, estabelecimentos e franqueados. Não há necessidade de grandes investimentos iniciais, nem cobrança de royaties”, explica Luis Fernando Tarin, fundador do Nível.

Conforme ele explica, ao adquirir a franquia, o investidor passa a angariar estabelecimentos para integrar sua rede, ganhando cerca de 1% sobre cada transação realizada com clientes que já tenham se cadastrado no aplicativo. Já os estabelecimentos ficam com o compromisso de cadastrar clientes no app, e para isso, oferecem cerca de 5% do total da compra em cashback. “Este montante fica guardado em uma conta virtual dentro do Nível e pode ser movimentado imediatamente, caso o cliente deseje”, esclarece, ressaltando que não se trata de pontos, mas sim de dinheiro digital.

Daniel Wege é um dos franqueados do Nível. Ele trabalha com 40 representantes comerciais em diversas regiões do Brasil, a fim de trazer mais estabelecimentos para sua rede. Hoje, são 118 comércios e restaurantes cadastrados por ele, que movimentam para sua unidade R$ 50 mil reais, mensalmente. “Meu investimento inicial foi recuperado em apenas um mês”, afirma Wege. O prazo médio para o ROI do Nível é de um mês e meio, segundo o fundador Tarin.

Este é um dos principais diferenciais da ferramenta frente aos demais players do mercado: o dinheiro recebido não fica retido em instituições financeiras intermediárias. “Nossas transações são imediatas porque estão dentro de um sistema pré-pago. Os estabelecimentos colocam uma carga de crédito do cashback que ele acabou de receber, o que garante agilidade ao processo”, afirma o fundador.

Outra vantagem tanto para o estabelecimento quanto para o franqueado é que o aplicativo traz consigo diversas soluções de marketing digital, como interface de sites, hospedagem e ferramentas robustas para atingir o público. Desta forma, os estabelecimentos que não contarem com estratégias de divulgação online têm a chance de alcançar muito mais pessoas, sobretudo em tempos de pandemia. O app conta hoje com 1600 estabelecimentos cadastrados, de todos os portes.

Não há custos nem para o cliente; já o estabelecimento paga taxa de anuidade ou semestralidade, como ele preferir. Este último também ganha 5% sobre o cashback. Outro ponto importante é que as franquias são comercializadas dentro de um limite de 50 mil habitantes, por região.

A expectativa de Tarin é, até o final deste ano, vender cerca de 100 franquias mensalmente, totalizando mil unidades em 2020. Em termos de faturamento, a previsão é atingir R$ 3 milhões no primeiro ano de operação.

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