Os principais erros que empreendedores cometem ao migrar sua loja física para o online

Redação 12/08/2020
Redação 12/08/2020

O comércio eletrônico tem ganhado cada vez mais força. No entanto, fazer sucesso no e-commerce pode ser muito difícil para certos lojistas. Para se ter ideia, cerca de 60% das lojas virtuais no Brasil quebram em até cinco anos , segundo o IBGE. Pensando nisso, o olist – plataforma que ajuda qualquer lojista, online ou offline a vender mais e dar liquidez ao estoque, reuniu os 5 maiores erros mais cometidos ao fazer a integração a loja física com o universo digital.

“Vender pela internet é uma excelente estratégia para as lojas aumentarem o faturamento, mas se isso não estiver alinhado pode ser uma grande armadilha. O ideal é que antes de migrar um negócio para o meio digital o empreendedor entenda o comportamento do seu público e conheça as plataformas de venda. Porém, existem erros bem comuns que atrapalham todo esse processo”, comenta Tiago Dalvi, CEO da empresa.

Segundo o empreendedor, entre os erros mais comuns cometidos pelos lojistas estão

Achar que os clientes vão encontrar os produtos da loja por conta própria.

Uma loja física só performa bem se estiver localizada em um endereço movimentado – do contrário, é como se estivesse no meio de um deserto. O mesmo vale para as vendas online, pois a concorrência é acirrada. “Não adianta ter um site super bem estruturado se o público não consegue chegar até ele. É preciso pensar em estratégias de marketing para atrair novos compradores ou até se unir a grandes marketplaces para aumentar a capilaridade e atração de clientes”, comenta Tiago.

Desconsiderar a demanda online para formar o mix de produtos.

Apesar de suas particularidades, não é correto dizer que os produtos que vendem bem na loja física com certeza terão alta demanda no e-commerce. Montar o portfólio da loja virtual sem entender qual é a real demanda dos consumidores online pode ser fatal para os negócios. Segundo Tiago, para evitar esse erro, é preciso pesquisar as tendências nas categorias com as quais trabalha e entender o padrão de consumo do seu público. “O Google Trends é uma ferramenta muito útil, que permite a identificação dos termos mais procurados pelo público em um período determinado”, comenta.

Ignorar a importância de um catálogo assertivo e de qualidade.

No comércio eletrônico os consumidores não conseguem tocar no produto, por isso, os anúncios são extremamentes importantes para atrair os clientes. Dedicar atenção especial ao cadastro das mercadorias é praticamente um requisito básico para a loja ser bem-sucedida no e-commerce. Imagens de qualidade, títulos completos e informativos são fatores de ranqueamento em qualquer canal online. Além disso, descrições que esclareçam as principais dúvidas do público pode ser um bom gatilho para incentivar o cliente a comprar o produto.

Ter preços pouco competitivos e não monitorar os concorrentes.

Segundo pesquisa da SPC Brasil e da CNDL, existem dois fatores muito importantes que também influenciam na decisão de compra no e-commerce: o preço do produto e o valor do frete. Os lojistas precisam precificar adequadamente os produtos e o frete, equilibrando a margem de lucro e a competitividade.

Ser muito imediatista.

Assim como qualquer outro negócio, os resultados do sucesso no mundo online levam tempo para começar a aparecer. É muito importante entender que só o anúncio na internet não significa necessariamente uma alta no volume das vendas. “Mais do que publicar produtos na internet, é preciso investir em técnicas eficientes, portanto, tenha consciência do contexto de mercado ao planejar as estratégias digitais da sua loja”, explica Tiago.

Segundo o empreendedor, é muito importante se atentar a esses erros e entender as particularidades do negócio para crescer de forma sustentável. “Muitos lojistas chegam até nós sem saber quem é seu público e sempre orientamos eles a entenderem melhor isso para pensarmos na estratégia que melhor se encaixa ao momento e segmento que a empresa está inserida. Por exemplo, quem quer vender em marketplaces precisa entender quais serão esses canais, se a logística está de acordo com a cobertura do negócio e até se o produto pode ser vendido nessas plataformas. O ideal é se apoiar em plataformas como a nossa e contar com profissionais experientes que ajudam em toda essa construção”, finaliza Dalvi.

Sobre o Olist

Lançado em 2015, o olist é uma startup que ajuda varejistas e grandes marcas a venderem mais. A proposta é simples: o lojista cadastra seus produtos de forma rápida na plataforma do olist e, após revisados, passam a ser vendidos na loja do olist nos maiores marketplaces do Brasil. Com um time de mais de 370 colaboradores, a startup – que já foi investida pela Softbank, Redpoint eVentures, 500 Startups e Valor Capital Group – está sediada em Curitiba, no Paraná, e atende clientes de todo o Brasil. A

 

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