Quando a banda P9 chegou ao fim, eu montei a P9 agência de publicidade e marketing

Jonathan Couto 02/05/2019
Jonathan Couto 02/05/2019

Eu administro uma agência de publicidade e marketing e ainda ajudo a família da minha esposa, Sarah Poncio, em outras empresas do grupo familiar.

Meu tino empreendedor desabrochou bem cedo. Aos 13 anos, comecei a trabalhar na lanchonete do meu pai. Três anos depois, o estabelecimento foi vendido. Mas como o comprador não possuía todo capital, nem conhecimento da loja, então passei a administrar o negócio, para mais tarde virar sócio. Mais tarde, desfiz do negócio para focar nos estudos

Depois dessa experiência, fui trabalhar como modelo e, em seguida, entrei na boyband P9, que foi uma grande sensação à época. A gente tinha um contrato com uma grande gravadora. Também me tornei compositor. E lá mantinha meu lado empresarial, já que me consideravam o líder da banda. Ali eu tinha um propósito que era ajudar minha família.

Através do meu sogro e de todos na casa, eu tive novas oportunidades que eu soube abraçar e dar o melhor de mim. Nós somos um grupo familiar, todo sucesso de uma empresa é creditada à família.

A P9 é uma agência de marketing digital, publicidade e propaganda. E conta com parceiros e clientes celebridades e empresas de todo Brasil.

Nosso diferencial no mercado é que conectamos pessoas. Fazemos um atendimento humanizado, em que o objetivo é a satisfação de todos. Também estou estudando Publicidade.

O trabalho em família é muito proveitoso, porque pode contar com diversas pessoas para opinar, sendo assim, a chance de erro é menor. E tem diversas pessoas que entendem de negócio, e não do negócio.

A gente tem aquele costume de sentar na mesa e expor as ideias, os propósitos e a gente chega a um consenso.