Sem crise: rede de produtos naturais e suplementos cresce 65% em 2021

Fitland franquia empreendedor

A rede Fitland contrariou todos os prognósticos de crise e cresceu 65,8% em 2021 em relação ao ano anterior

Nos dois anos de pandemia a empresa de produtos naturais e suplementos alimentares Fitland, de Tijucas (SC), cresceu. Em 2020 o número registrado foi de 40%.  O mercado de franquias manteve em 2021 a trajetória de recuperação registrada nos trimestres anteriores, agora de forma mais estável e até superando o desempenho do mesmo período de 2019, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Segundo o estudo, o faturamento caiu de R$ 47,2 bilhões para R$ 43,9 bilhões na comparação entre o 3º trimestre de 2019 e o de 2020, mas chegou a R$ 47,3 bilhões em 2021 – um crescimento de 0,4% em relação ao mesmo período pré-crise. “No terceiro trimestre de 2021, voltamos ao patamar de 2019. “Esperávamos crescer 8% no acumulado do ano, mas tudo indica que chegaremos aos 9%”, afirma André Friedheim, presidente da ABF.

A empresa conta atualmente com 24 lojas em Santa Catarina e as próximas devem ser abertas em Itajaí e Indaial, no norte do estado. Depois, o foco do plano de expansão são os estados do sul do país, onde, no Paraná, Curitiba deve receber a primeira unidade fora de Santa Catarina no primeiro semestre.

O crescimento, em meio à pandemia, é fruto do trabalho de quatro jovens empresários da cidade, que se conheceram na Casa do Empresário de Tijucas, onde ficam a ACIT (Associação Comercial e Industrial de Tijucas)e CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas).

Rafael Fumagali (36 anos), Daniel Luz (38), Aline Pacheco (32) e Camila Guill (29) apostaram na fusão de três áreas dentro do setor, que até 2014 eram comercializados separadamente: produtos naturais, alimentação saudável e suplementação alimentar em único negócio. Além das melhores marcas do mercado, tem uma linha própria de produtos e acessórios.

Segundo a Euromonitor, agência de pesquisa internacional de mercado, o Brasil é um dos quatro países que mais consomem alimentos saudáveis, movimentando mais de U$ 35 bilhões por ano.

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