Startups conectadas ao LinkLab crescem 118% em faturamento e programa está com inscrições abertas

Redação 15/11/2019
Redação 15/11/2019

O LinkLab é a rede de inovação aberta da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e tem como principal objetivo conectar corporates que têm desafios de inovação com startups que podem ajudar a solucioná-los, com foco na geração de negócios. “O time do LinkLab trabalha diariamente para acelerar essas conexões, resultando no fato de que 43% das startups participantes do programa fecham algum tipo de negócio com as corporates”, celebra Silvio Kotujansky, vice-presidente de Mercado da ACATE e idealizador do LinkLab. O programa está com inscrições abertas para novas startups pelo site https://gust.com/accelerators/link-lab-acate.

A Rede LinkLab, composta por três unidades (Florianópolis, São José e Joinville), reúne 27 corporates patrocinadoras, com diferentes desafios de inovação que foram apresentados no evento da última segunda-feira. O LinkLab registrou 118% de crescimento no faturamento das startups que passam pelo programa, 163% de aumento na base de clientes dessas startups e realização de mais de 60 eventos por ano no LinkLab Primavera.

Confira o que buscam as corporates da Rede LinkLab, divulgado durante 3ª edição do evento LinkLab Open Day, no fim de outubro:

Nexxera: Incremental e inovação para atender as necessidades dos clientes, parceiros e da própria empresa.

Ambev: Buscam startups do campo ao copo: agrotech, adtech, fintech e todos os tipos de techs.

ArcelorMittal: Desafio de recebimento de produtos (bobinas de aço). Buscam soluções para melhorar a rastreabilidade do produto durante o processo produtivo e estoque.

Bloco e Brognoli: Levar inovação e tecnologia para o mercado imobiliário, já vêm trabalhando e tem dado muito certo. Buscam construtechs.

Cesusc: Encontrar novas tecnologias e métodos para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem. O desafio é transformar o modelo educacional por meio da transformação digital.

Cisa: Buscam mais controle, rastreabilidade, manutenção mais assertiva, acelerar tomada de decisão para novos produtos, inovações para o mercado, algo que traga mais valor para o cliente (hospital, clínica, área médica como um todo).

Dimas: A venda é feita da mesma forma como começaram, buscam soluções para inovação em processos internos. Soluções em banco de dados e inteligência de dados, locação de veículos.

Engie: Procuram startups que possam ajudar na área de energia, mas que possam ajudar a engie ou os clientes dela a fazer a transição para o mercado de baixo carbono. Desafios financeiros, jurídicos.

FCDL: O propósito é representar os pequenos, médios e grandes lojistas de SC e desenvolver algo diferente do que já fazem, que é a análise de crédito.

Flex: Interesse especial em áreas de lógica de gestão de relacionamento entre empresas e clientes, ou foco na área de RH. Usam as soluções internamente para validar e depois levam para o mercado.

Havan: Buscam soluções em IoT, inteligência artificial, blockchain e ferramentas para solucionar problemas na área de inadimplência. Aceitam startups que estejam em fase de modelação de negócio.

Hippo: Grandes desafios que fazem sentido nesse momento: vendas online com picking e delivery, para reduzir tempo e custos desde a compra até a entrega do cliente; e comunicação, capacitação e produtividade, problema comum no setor supermercadista.

Intelbras: Principal desafio é pensar em soluções para agregar valor aos softwares.

Koerich: Buscam soluções em fintech, inteligência artificial, omnichannel, pagamento, logística, experiência do cliente.

Orbenk: Precisam de ajuda para continuar crescendo, desafios na área de facilities, segurança, alimentação, inteligência e automação.

Ostec: Buscam revolucionar o mercado de segurança da informação com UI/UX, machine learning, cloud computing, inteligência artificial. Startups com experiência.

Porto Itapoá: Buscam maior integração com a cadeia, o que é o maior desafio do setor. Soluções em IoT, transformação digital e people analytics são bem-vindas.

Schulz: Desafio é digitalizar os processos e produtos: aplicativo para dimensionamento de compressores; e uso de realidade aumentada para processo de montagem e redução de defeitos.

Teltec: O desafio é encontrar startups que queiram repensar o varejo e o futuro do setor.

Tigre: Tudo relacionado a água e construção civil interessa para a Tigre. Desafios nas áreas jurídica e logística.

Unimed: Buscam evoluir na digitalização, entregar um plano mais palpável para o cliente, que possa acessar e ficar ciente de tudo que tem. Melhorias de processo com inteligência artificial, telemedicina, IoT.

Weg: Buscam soluções para aprimorar produtos, processos e serviços. Digitalização, agilidade, confiabilidade. Monitoramento, IoT, inteligência artificial e gestão de recursos e pessoas.

WhirlpoolBuscam soluções para relacionamento com o consumidor, digitalização e melhor entendimento da jornada.