Tecnologia de Santa Catarina busca maior projeção nacional

Redação 06/06/2020
Redação 06/06/2020

 Maior projeção no mercado nacional, com o fortalecimento do projeto de integração das diferentes regiões catarinenses e mais investimentos na formação de profissionais. Esses são os caminhos traçados pelo novo presidente da Acate (Associação Catarinense de Tecnologia), Iomani Engelmann (foto), que assumiu a entidade no dia 1 de junho ao suceder na presidência o empresário Daniel Leipnitz.

Iomani projeta dar continuidade aos relevantes trabalhos da Acate em parceria e na busca da integração das empresas associadas com todo o mercado privado e o setor público (federal, estadual e municipal).  “Temos ciência da importância e relevância que o ecossistema catarinense de tecnologia e inovação ganhou no país, nos últimos anos, sob a liderança e a referência da Acate, enquanto entidade. Queremos seguir na promoção dessas contínuas ações para consolidar este ambiente ainda mais, sempre com uma visão global”, sustenta.

Vice-presidente de Marketing e Negócios da Acate entre 2016-2020, Iomani se formou em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Santa Catarina e é considerado um “prata da casa”. Ele é um dos fundadores e hoje diretor da Pixeon que desenvolve sistemas de gestão para hospitais, clínicas e laboratórios e se tornou a primeira empresa do Sul do país a ser investida pelo fundo Intel Capital.

ECOSSISTEMA

Santa Catarina figura entre os estados brasileiros mais desenvolvido em tecnologia. Hoje são mais de 16 mil empreendedores, 60 mil colaboradores que somam ao ano um faturamento superior a R$ 15 bilhões, bem acima da média nacional.

A Acate, que completa uma história de 34 anos, é em grande parte responsável pelo crescimento estadual em tecnologia. Nos últimos anos, os avanços em espaços e atividades da entidade foram expressivos. Em 2015, inaugurou um centro de inovação em Florianópolis que ajudou a reposicionar o ecossistema local e deu origem a uma rede de outros empreendimentos na cidade.

Em 2017, inaugurou um modelo de inovação aberta, o LinkLab, replicado em cidades como São José e Joinville, e expandiu para atuação em São Paulo e abriu um espaço de negócios em Boston (EUA). Neste ano, lançou um o Fundo Garantidor de Recursos para apoiar empresas de tecnologia a buscar linhas de financiamento para capital de giro e investimento.

Outro desafio, de curtíssimo prazo, será o apoio às empresas associadas no combate aos impactos financeiros e sociais da Covid-19. A entidade lançou, em abril, um Plano de Ação para mapear as principais necessidades do mercado, criar uma rede de mentorias em várias áreas e uma plataforma compartilhada para recolocar profissionais demitidos em função da pandemia.

O ex-presidente Daniel Leipnitz afirma que seu maior legado na Acate foi de unir e expandir o sistema em todo o Estado e projetar a entidade em todo o país. “Agora o ecossistema precisa de uma oxigenação e não tenho dúvidas que a nova diretoria vai conseguir novos objetivos”, acena.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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