Vestcasa é a marca de artigos para o lar mais admirada pelo terceiro ano seguido

Vestcasa

Pelo terceiro ano seguido, a Vestcasa conquistou o prêmio de marca mais admirada pelos consumidores no segmento Artigos para o Lar do Ranking Ibevar 2024. A premiação, que será entregue oficialmente em agosto, analisa 120 empresas do varejo nacional, que representam quase 30% do consumo de bens no país, desconsiderando veículos.

Além de praticar preços verdadeiramente baixos, um dos segredos do sucesso da Vestcasa é sua responsabilidade socioambiental. Segundo o relatório Varejo 2024, da companhia de tecnologia de pagamentos Adyen, o Brasil é o segundo país mais preocupado com o compromisso social e ambiental dos varejistas, resposta apresentada por 46% dos consumidores. Conforme o estudo, a maioria dos brasileiros (56%) pagaria a mais em um produto caso o vendedor fosse transparente sobre as medidas utilizadas para reduzir o impacto no meio ambiente.

No caso da Vestcasa, além de a empresa cumprir seu papel para a sustentabilidade do planeta, o consumidor ainda paga menos, mostrando que o prêmio recebido novamente do Ranking Ibevar não é fruto do acaso. “Estamos muito felizes com mais este reconhecimento”, celebra Ahmad Yassin, fundador e CEO da Vestcasa. “Nossa presença como empresa mais admirada do segmento pelo terceiro ano consecutivo mostra que estamos no caminho certo.”

Varejo verde (mesmo)

Rede focada nos setores de cama, mesa, banho, decoração, utilidades domésticas, alimentos e bebidas, a Vestcasa parece ter encontrado a fórmula ideal para alcançar todos os requisitos do varejo verde. Ao mesmo tempo em que, por meio de várias iniciativas, reduz o descarte de plásticos, tecidos e outros materiais no meio ambiente, consegue gerar riqueza – faturamento, empregos etc. –, proporcionando a pessoas com poder aquisitivo mais baixo o acesso a itens que, vendidos em outras circunstâncias, seriam impossíveis de serem comprados. Um ciclo virtuoso de consumo.

Com um modelo de negócios inspirado na norte-americana Costco, cujos membros do clube de compras pagam uma taxa para terem acesso a uma ampla variedade de itens – de mantimentos e eletrônicos a móveis e roupas – com valores promocionais, a Vestcasa criou um clube de compras próprio pelo qual oferece preços verdadeiramente competitivos. A prioridade são marcas e itens de primeira linha. “Não é vender o produto pelo menor preço possível”, explica Yassin. “É vender o melhor produto possível pelo menor preço possível. Porque o mais fácil para se baixar preço é reduzir a qualidade. E a gente não gosta de fazer isso.”

Muito antes de o governo quebrar a cabeça pra tentar baratear o preço da carne, a Vestcasa já fazia a alegria dos apreciadores de um bom churrasco. Com matriz em São Paulo e filiais em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina, a rede oferece o quilo de picanha a R$ 29,90 e lata de cerveja a R$ 1 aos sócios do seu clube de compras. Para fazer parte do clube, que já conta com mais de 1 milhão de associados, o consumidor paga uma anuidade de R$ 70, tendo o direito de adquirir produtos com preços exclusivos e descontos que chegam até 70% em relação aos valores de mercado.

Segundo Yassin, um dos segredos da empresa é ouvir a voz dos seus mais de 10 milhões de seguidores, número que, aliás, aumenta a uma taxa superior a 11 mil novos fãs por dia nas redes sociais. “A gente monitora isso muito, muito, muito de perto: o que o consumidor está falando, o seu índice de satisfação, o que ele quer”, revela o fundador. “Hoje, todas as decisões da empresa são pautadas pelo que o consumidor direciona para a gente. Hoje, não precisamos fazer grandes pesquisas. É só ouvir todo dia o que esse cliente está dizendo.”

Produtos sem embalagem

A Vestcasa, que já nasceu verde – é a cor oficial da marca desde a sua fundação, em 2008 –, mantém uma série de iniciativas ligadas à sustentabilidade. Com o objetivo de reduzir o impacto ambiental de suas operações, a rede adotou como prática comercializar produtos sem embalagens plásticas ou caixas de papelão. Por dia, a rede comercializa cerca de 120 mil lençóis, todos sem embalagens. Caso o consumidor deseje levar os produtos em sacolas plásticas, a empresa vende as sacolas à parte, desestimulando a opção pelo uso de plásticos por parte dos consumidores. No total, ao vender produtos sem embalagens, a empresa estima evitar a cada mês o descarte no ambiente de 120 toneladas de plásticos. Por ano, são 1,4 mil tonelada de plástico a menos.  

A estratégia visa reduzir os preços dos produtos e aumentar o acesso para os clientes, além de contribuir para a redução dos resíduos. Em alguns casos, o preço da embalagem pode representar 70% do valor do item. “A embalagem não impacta somente o visual do produto na prateleira. Existe o custo de colocar o item dentro da embalagem, o aumento da cubagem do volume, que impacta diretamente no aumento do custo logístico e de transporte, levando também a um maior custo de armazenamento, sem levar em consideração, custo do projeto da embalagem, dos componentes da embalagem e do processo de produção da embalagem”, explica Yassin. “Nosso foco é gerar menos resíduos. E aumentar acesso dos consumidores.”

Segundo ele, o maior desafio para a adoção do modelo de venda sem embalagens é conectar o cliente que consiga ter a compreensão de mundo do impacto que a embalagem tem em toda cadeia. “Um impacto tão grande, para que você simplesmente leve o item pra casa, tire e jogue fora a embalagem”, analisa Yassin. “Ao racionalizar a compra, o cliente acaba se despindo do véu do marketing e busca o melhor produto, no melhor preço”.

Venda de itens reformados

Visando reduzir o descarte de produtos no ambiente, ao mesmo tempo em que oferece preços mais atrativos para os clientes, a Vestcasa aposta na venda de produtos com defeitos. Alguns são reformados. Outros, com falhas quase imperceptíveis, são vendidos com grandes descontos.

Roupas como camisetas, bermudas, vestidos e calças com pequenos defeitos são reformadas por uma equipe externa e colocadas à venda por preços mais baratos – vestidos que normalmente custam R$ 239, reformados saem por 39, e camisetas de R$ 150, reformadas, são vendidas a R$ 39,90. Com um total de 14 mil peças já vendidas até novembro de 2023, a estratégia já gerou à Vestcasa um faturamento de R$ 500 mil, com produtos que, em tese, seriam descartados.

Em outra frente de comercialização de itens com defeito, produtos com falhas mínimas que inicialmente seriam descartados após reprovados no controle de qualidade são vendidos como estão, sem reforma ou conserto, a preços bem inferiores aos valores normais. Até novembro passado, mais de 150 mil peças já haviam sido vendidas neste modelo, gerando um faturamento à Vestcasa de R$ 6 milhões.

Outra estratégia dentro da venda de produtos defeituosos a empresa racionaliza os itens defeituosos vendidos em kits. Exemplo: se, em um conjunto de seis taças, uma unidade está quebrada e, em outro jogo de taças, duas estão danificadas, as unidades intactas são reunidas em um novo kit, integralmente funcional e perfeito, evitando o descarte no ambiente de kits inteiros de produtos em razão dos defeitos em algumas de suas unidades. Outro exemplo: se um jogo de cama tem um lençol descosturado e, em outro, a peça com problema é uma fronha, os produtos em bom estado são reunidos no mesmo jogo, evitando também o descarte no ambiente dos kits inteiros em razão de problemas em apenas uma de suas peças.

Matérias-primas recicladas

Vários dos produtos comercializados pela Vestcasa são produzidos com matérias-primas recicladas. As fibras utilizadas na fabricação de travesseiros, edredons e colchas são fabricadas com plástico proveniente da reciclagem de garrafas PET. Da mesma forma, alguns modelos de cadeiras, mesas e caixas organizadoras são produzidos com o plástico de garrafas PET recicladas.

Comercialização de produtos usados

Recentemente, a Vestcasa firmou parceria com a Salim Outlet, que mantém um espaço dentro da megaloja da Marginal Pinheiros, em São Paulo, onde revende celulares, notebooks e itens de tecnologia usados e com garantia. Para a varejista, além de atender à demanda dos consumidores por produtos mais baratos e alinhados à ideia de economia circular, a iniciativa converte-se em uma forma de atrair para as lojas físicas – cujo papel vem sendo questionado diante da nova conjuntura comercial mundial – um público mais amplo. Para os consumidores, o fenômeno propicia oportunidades de compra mais vantajosas com a ideia de se estar contribuindo para a sustentabilidade ambiental. E, para os vendedores de itens usados, a estratégia significa liberação de espaço em casa, combinada à geração de renda extra. Ou seja, como manda o manual da sustentabilidade, todos ganham – inclusive o planeta.

 

 

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