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Não ter um “plano B” para a carreira é perigoso, explica especialista

redacao 10/12/2009
redacao 10/12/2009

Para a maioria das pessoas, é difícil se imaginar daqui a dez anos. O que você acredita que estará fazendo? Quais serão suas necessidades no futuro? Em que empresa estará trabalhando? Estará no mesmo emprego, com um cargo melhor, será dono do próprio negócio ou viverá de seus investimentos?

As opções são inúmeras, dependendo da idade e da perspectiva profissional. Mas a verdade é que nem todos estão preparados para colocar em prática um "plano B", em caso de uma reviravolta – uma demissão repentina, a falência da empresa para a qual trabalha, a necessidade de trabalhar em casa, por conta de uma doença na família, entre tantas possibilidades que não podem ser ignoradas.

A importância do "plano B"

Segundo o sócio da Steer Recursos Humanos, empresa especializada em aconselhamento profissional e recrutamento para cargos de alta qualificação, Ivan Witt, poucas são as pessoas que desenvolvem uma segunda estratégia para a carreira, e isso é um perigo.

O especialista recomenda, em primeiro lugar, ter uma reserva financeira e se habituar a poupar, no mínimo, 10% do salário, aprendendo como aplicar eficientemente as economias. Se o plano "B" de um profissional for abrir seu próprio negócio, é preciso planejar detalhadamente o que será feito e preparar-se para a mudança.

Witt elaborou um chek-list do que todo profissional deve ter ao alcance das mãos:

– Identifique suas competências e habilidades, mesmo que sejam em áreas diferentes de sua ocupação atual. Quem sabe não é o momento de aliar o que você sonha em fazer com uma fonte de renda?

– Cuidado com o "canto da sereia". Franquias são interessantes, mas é preciso uma análise detalhada de cada uma delas, antes de investir suas economias;

– Lembre-se de que sua chance de ser bem-sucedido fazendo o que gosta é muito maior do que simplesmente trabalhando por remuneração. Por isso, leve em conta seus sonhos e suas vocações na escolha;

– Assegure-se, após ter tomado sua decisão, que existe mercado para sua idéia;

– A experiência em grandes corporações não é sinônimo de sucesso na sua próxima empreitada. Não hesite em buscar informação em entidades competentes de apoio a pequenos empresários. Agilidade conquista-se na prática diária do negócio;

– Para finalizar, duas considerações populares: quem não sabe sorrir, não pode abrir lojinha, e a idéia de "quem é dono não tem patrão" é mentira! Todos os clientes ocuparão essa posição!

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