Plataforma vai facilitar comércio exterior entre pequenos negócios

Sebrae e BID assinam acordo para criar comunidade do Simples Internacional na ferramenta on line ConnectAmericas

Redação 10/03/2017
Redação 10/03/2017

O intercâmbio comercial entre micro e pequenas empresas brasileiras e países das Américas vai ganhar competitividade por meio da plataforma on line ConnectAmericas, fruto de uma parceria entre o Sebrae e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), criador da ferramenta.

Serão realizadas ações de aproximação comercial entre vendedores e compradores de empresas de pequeno porte. Para isso, a parceria prevê a criação de comunidades virtuais binacionais na plataforma, em especial a comunidade Brasil/Argentina, que busca a aproximação entre as micro e pequenas empresas de ambos os países. A iniciativa é parte integrante das ações do projeto denominado Simples Internacional.

“Conquistamos um parceiro de peso para que o Simples Internacional se torne uma realidade para as empresas brasileiras que exportam ou pretendem exportar. O uso da ConnectAmericas pelo Sebrae abre uma porta que facilitará a integração dos pequenos negócios em nível mundial”, comemora o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. O Simples Internacional é um mecanismo que permite a ampliação das exportações de micro e pequenas empresas brasileiras, além de permitir a redução de custos e de tempo das operações.

Formalmente chamado de Memorando de Entendimento, o documento será assinado às 10h40, na sede do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em Brasília. Em cinco anos, a meta é aproximar as instituições, disseminar ações de business intelligence e incentivar a participação de empreendedores brasileiros atendidos pelo Sebrae em eventos promovidos pelo BID. A plataforma divulga informações sobre os procedimentos e regulações do comércio internacional, além de oportunidades de negócios disponíveis.

Para o representante do BID no Brasil, Hugo Flórez Timorán, as micro e pequenas empresas que exportam pagam salários mais altos, vendem mais, são mais competitivas e produtivas. “Por isso é fundamental promover a cultura exportadora por meio da criação de um ambiente que facilite a internacionalização dessas empresas”, afirma.

 

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