Loopia aposta em tecnologia para impulsionar eficiência operacional, experiência do consumidor e performance de vendas no varejo digital
A adoção de inteligência artificial no varejo brasileiro já é uma realidade: 59% das companhias do setor afirmam utilizar recursos baseados em IA, enquanto 90% pretendem ampliar o uso ou os investimentos na tecnologia nos próximos meses, segundo levantamento da Central do Varejo em parceria com a Zucchetti Brasil. O cenário reflete a busca crescente do mercado por operações mais integradas, automatizadas e eficientes, especialmente diante da evolução do comércio eletrônico e da transformação da jornada de consumo digital.
Nesse contexto, a Loopia, empresa especializada em agentes de IA para e-commerce e marketplaces, acelera o desenvolvimento de soluções voltadas à automação de atendimento, integração de canais e otimização da experiência do consumidor. A plataforma centraliza a comunicação entre marcas e clientes em diferentes canais digitais, apoiando varejistas e sellers na construção de operações mais ágeis, escaláveis e orientadas por performance.
A proposta é simplificar a operação digital por meio de recursos de automação inteligente capazes de apoiar interações, fluxos de atendimento e gestão da comunicação em diferentes canais, especialmente em ambientes de alta demanda, como marketplaces, WhatsApp e plataformas de comércio eletrônico.
Para Tiago Vailati (à esquerda na foto em destaque), CEO e cofundador da Loopia, a inteligência artificial deixou de ocupar um espaço apenas experimental para se consolidar como uma ferramenta estratégica dentro do varejo digital. “Hoje, as organizações precisam unir eficiência operacional, agilidade e experiência do consumidor. Os agentes de IA passam a ter um papel estratégico nesse processo ao apoiar operações mais rápidas e escaláveis”, afirma.
Com o avanço do chat commerce e a demanda crescente por experiências personalizadas, a IA passou a ocupar um papel cada vez mais importante dentro das operações digitais. “Nós automatizamos interações a fim de apoiar a eficiência operacional de empresas que atuam em múltiplos canais digitais, como a otimização da comunicação, e até o suporte da jornada de compra em marketplaces e canais conversacionais”, explica.
Tudo isso por um propósito: permitir que varejistas tenham mais controle sobre operações, aumentem produtividade e consigam responder de forma mais estratégica às novas demandas do mercado digital.
“O cliente digital espera interações mais rápidas, contextualizadas e fluidas ao longo de toda a jornada de compra. A tecnologia passa a exercer um papel estratégico na construção de experiências mais próximas e personalizadas entre marcas e consumidores”, conclui o executivo.



