Aurex alcança o breakeven e movimenta R$100 milhões em menos de um ano de operação

Fintech AI-first de câmbio corporativo acelera pagamentos transfronteiriços e amplia operações para multinacionais, com pagamentos em mais de noventa países

Em menos de um ano de operação, a Aurex, fintech AIfirst especializada em câmbio corporativo, movimentou centenas de milhões e, de quebra, alcançou o breakeven. Só em 2025, a empresa transacionou mais de R$100 milhões, atendendo clientes ativos no Brasil, México, Europa e Estados Unidos.

Fundada em 2025 por Felipe Sabino, Lisandra Pereira e Henrique Saavedra, empreendedores com vasta experiência na construção e operação de mesas de câmbio de alto volume em bancos brasileiros. A Aurex nasceu com o objetivo de modernizar a infraestrutura de câmbio tradicional, ainda dependente de redes como SWIFT e de processos manuais fragmentados e burocráticos

Diferentemente de soluções que apenas digitalizam processos tradicionais, a fintech é stablecoin nativa, utilizando ativos digitais para realizar pagamentos transfronteiriços mais rápidos, seguros e com  menor custo. Essa arquitetura permite que empresas multinacionais movimentem grandes volumes de tesouraria com rastreamento completo, transparência e conformidade regulatória, mesmo em mercados com regras complexas e diferentes exigências por país. Além disso, a camada de inteligência artificial automatiza tarefas repetitivas, liberando equipes humanas para se concentrarem em decisões estratégicas e na relação de confiança com os clientes.

“Nós acreditamos que a estrutura tradicional de câmbio, com grandes equipes de back office, middle office, compliance, comercial e marketing, pode ser radicalmente simplificada por agentes de inteligência artificial. Isso não significa abrir mão das pessoas. Significa liberá-las do trabalho braçal e repetitivo para que foquem em desenvolvimento de soluções que agreguem valor ao cliente”, explica Henrique Saavedra, co-fundador e CTO da Aurex.

“Como empresa regulada em múltiplos países, sempre teremos como ponto forte cultura, pessoas e governança. O que muda é a eficiência: menos fricção operacional e melhor experiência para o cliente, nosso modelo de negócio é construído para resolver a dor do cliente e escalar sem inflar a nossa estrutura”, comenta Lisandra Pereira, cofundadora e Diretora Institucional da Aurex.

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